quarta-feira, 28 de julho de 2010
Eu sou dessas...
quarta-feira, 9 de junho de 2010
APAIXONE-SE
E só existe uma maneira de viver: Apaixonado. Por isso dance, dance como se ninguém estivesse vendo você;Trabalhe como se não precisasse do dinheiro. Corra como se não houvesse a chegada. Ame como se nunca tivesse sido magoado antes. Acredite como se não houvesse frustração. Grite como se ninguém estivesse ouvindo. Beije como se fosse eterno.
Sorria como se não existissem lágrimas. Abrace como se fossem todos amigos. Durma como se não houvesse amanhã. Crie como se não existisse critica. Vá como se não precisasse voltar. Acorde como se nunca mais você fosse dormir de novo. Faça a próxima viagem como se fosse a ultima. Vista-se como se não conhecesse espelhos. Proponha como se não existisse as recusas.
Prefira ser em vez de ter. Sentir em vez de fingir. Andar em vez de parar. Ver em vez de esconder. Abrir em vez de fechar. Apaixonar-se é um exercício de jardinagem, arranque o que faz mal; Prepare o terreno, semeie, seja paciente, espere; Regue e cuide, terá um jardim;
Mas esteja preparado porque haverá pragas e seca ou excesso de chuvas. Se desistir, não terá um jardim, terá um descampado; A paixão não se vê, não se guarda, não se prende. Não se controla, não se compra, não se vende, não se fabrica. A paixão é a diferença entre o sucesso e o fracasso. Entre a dúvida e a certeza. Entre aqueles que gostam do que fazem daqueles que fazem o que gostam
Apaixonados não esperam, agem. A paixão é o que faz coisas iguais serem diferentes. Lembre-se que a arca de Noé foi construída por apaixonados. Que nada conheciam de navegação e embarcação. E o Titanic foi feito por engenheiros profissionais, fabulosos;Que queriam mostrar seu poder. Amanhã, quando acordar, pense se hoje valeu a pena; E apaixone-se. Porque em 24 horas você vai entrar no dia mais importante da sua vida: O dia seguinte...
sábado, 5 de junho de 2010
INGENUIDADE
sexta-feira, 4 de junho de 2010
A mídia e a política
quinta-feira, 3 de junho de 2010
DESABAFO
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Como a Televisão Influencia na vida das pessoas
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Rins representam 71% dos transplantes no Brasil; doações batem recorde em 2009
Em 2009, 4.259 rins foram transplantados no país, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, a ABTO.
Segundo Maria Cristina Ribeiro de Castro, secretária do conselho executivo da ABTO, a melhor organização do sistema de captação de órgãos e tecidos favoreceu o resultado positivo. “Há alguns anos, tínhamos um baixo aproveitamento dos órgãos”, disse. Mas ela afirma que o cenário está mudando. “Em 2009, aproveitamos cerca de 80% dos rins doados”. Dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos apontam elevação de 26% no número de doações no Brasil, índice recorde para o país. Ao todo, 5.998 órgãos foram doados. A tendência é de alta, segundo a ABTO, mas ainda não há um levantamento sobre o desempenho do setor no primeiro trimestre deste ano. Muita gente afirma, de prontidão, que doará os órgãos após a morte. É uma mentalidade que mudou de alguns anos para cá. Há uma década, por exemplo, as filas de espera por doadores enfrentavam, além das inúmeras incompatibilidades, a resistência daqueles que, mesmo estando aptos a ceder algum órgão, receavam em fazê-lo, mesmo que fosse por pura ignorância ou desconhecimento do assunto. Em caso de morte, então, a briga era ainda mais dura. Parentes, fragilizados por um recente momento de dor, negavam a doação por se sentirem “traindo” o ente falecido. Como se fosse mesmo um roubo. “Mal esperamos o corpo esfriar e já vamos lhe furtar um pedaço?”, pensaria uma mãe que perdeu um filho ainda jovem, ou uma esposa enviuvada, ou também um neto responsável por cuidar do enterro do avô. O crescimento de quase um terço no número de doadores no último ano mostra que as pessoas, abastecidas de mais informações, estão perdendo o medo e o preconceito relativos à doação. O pai que chora ao perder precocemente um filho, esboça um sorriso em saber que uma criança foi salva com um rim doado pela família. Mas a boa ação pode ser feita ainda em vida. Como o caso de Tereza Lopes, que doou um dos rins ao irmão Jaci, jornalista de 47 anos que passou 4 deles em filas para sessões de hemodiálise. O martírio do irmão pesou na decisão de Tereza. “O que me incentivou foi o sofrimento dele. Eu queria amenizar a dor, porque ele estava sofrendo muito”, disse. Jaci conhece bem a dor de quem espera por um doador compatível. “Tem pessoas que ficam na fila, aguardando pessoas com acidente vascular cerebral, que tiveram morte cerebral. Tem também aqueles que doam em vida, que foi o meu caso, mas é mais difícil”, disse. E a rotina, segundo Jaci, não é nada fácil. “Eu fiz seis meses de hemodiálise. Esse foi o período entre o tratamento e o transplante”, completou.
|
terça-feira, 13 de abril de 2010
Ser Jornalista é assim
quinta-feira, 8 de abril de 2010
O Drama do Aquecimento Global
terça-feira, 6 de abril de 2010
A minha vida é assim
A minha vida é assim: Um misto de alegrias e tristezas!
Vinte e um anos, terminando a faculdade, personalidade forte e com ótimos amigos. Sou uma pessoa de risada fácil, basta ter um pouco de graça e pronto, um sorriso se abre em meus lábios.
Mas isso não significa que eu sou a pessoa mais feliz do mundo. Dentro do meu coração há um buraco enorme causado pela ausência de uma das pessoas mais importantes da minha vida. A minha super amiga e linda tia. A pessoa que sabia tudo o que eu fazia, a pessoa que me ajudava a planejar o futuro, e que de repente, um mês depois de ter completado 30 aninhos de vida, se foi. Motivo? O maldito CÂNCER. É, ele mesmo, que não tem pena de ninguém, que faz uma família inteira sofrer ao ver que não existe mais solução, que nos deixa com a sensação de impotência, a sensação de estar perdendo a pessoa aos poucos e que nada pode ser feito para ajudar. É difícil ver e perceber que todos os seus planos, todas as viagens planejadas, todos os sonhos foram por água abaixo, e que nada se realizará. É especialmente difícil quando as pessoas olham para as nossas fotos e dizem: nossa! Como vocês eram parecidas, dói muito ouvir as minhas tias quando elas dizem: Elayne, a última vez que ela veio aqui ela só falava de você. É uma saudade muito grande, que nem em cem anos vai passar. É uma dor muito grande, que quem nunca passou por isso nunca vai entender.
Tudo bem que esse mês eu me sinto especialmente triste, era o mês do aniversário dela, e não vai ter comemoração. A festa e o bolo de todos os anos não existirá. Por quê? Porque Deus decidiu que ela era importante demais pra viver aqui na terra e que por ela ser especial demais ele a quis perto dele, pelo menos é disso que eu tento me convencer todos os dias, mas que por enquanto eu ainda não consigo aceitar.
